Árvores são poemas de areia, frágeis e fugazes como a vida, como o tempo que nos ondula os dias que nos modula os sentidos, que nos sussurra aos ouvidos velhas canções de embalar.
Árvores são abraços que se agigantam e se agitam e imploram.
| Ondas de areia e plástico |
| pó de estrelas |
| florestas de areia e sal |
| vestígios |
| rainha da impermanência |
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